sábado, 3 de fevereiro de 2018

Como tomar posse da Bênção – R. R. Soares

Editora: Graça

ISBN: 978-85-7343-866-6

Opinião: ★☆☆☆☆

Páginas: 104

Sinopse: A maior evangelização que um ministro do Evangelho pode conseguir é a de levar o ser humano a conhecer, amar e servir ao Senhor, nascendo de novo, sendo cheio do Espírito e desfrutando de todas as bênçãos que o Senhor Jesus providenciou em Sua morte no Calvário.

É preciso deixar de praticar a fé da sorte e começar a praticar a fé real. Faz-se necessário deixar de orar para ver se algo acontece e passar a receber aquilo que se busca, como afirmou o Senhor Jesus: Porque aquele que pede recebe; e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre. Mateus 7.8

Aprenda o que realmente significa crer em Deus, a enfrentar as situações e sairmos vencedores, e a ter, usar e desfrutar tudo o que Cristo comprou para nós. Se o preço pago foi alto, é porque temos um alto valor para Deus. Não há quem pague muito por algo desprezível; pelo contrário, para o que vale muito, não se medem esforços. Isso foi o que o Senhor Jesus fez ao morrer por nós.

Se você deseja ser um vencedor sobre a doença, a miséria, o pecado e todo o poder do diabo, leia este livro.

Aprenda como é simples começar a tomar posse de todas as bênçãos que o Senhor Jesus comprou para nós. Entre na batalha sem medo ou receio. Entre para vencer. O poder de Deus honrará a sua determinação. Os anjos do Senhor já receberam ordens para agir em seu favor. Não importa o que você deseja que aconteça em sua vida. Exija e passe a desfrutar do que quiser. É só tomar posse da bênção.



“Vamos aprender o que realmente significa crer em Deus. Como enfrentar as situações e sair vencedor.

Como ter, usar e desfrutar tudo o que Cristo comprou para nós.”

 

 

MEUS OLHOS FORAM ABERTOS

Um dia, li o livro “O Nome de Jesus” de Kenneth E. Hagin.

Acabei de lê-lo no dia 2 de dezembro de 1984 e, de lá para cá, nunca mais tomei um comprimido sequer, com exceção de um antiácido que tomei 15 dias após, numa madrugada, por causa de uma indisposição estomacal — pois ainda não entendia plenamente esta mensagem da fé real.

 

 

A GRANDE REVELAÇÃO

E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Jo 14.13  

Aqui está a grande revelação. Esta palavra pedirdes está mal traduzida. Deveria ter sido traduzida por determinardes.

O verbo traduzido da língua grega por pedir tem o sentido de determinar, exigir, mandar.

Em outras palavras, não precisamos pedir ao Senhor a bênção, e sim, exigir que ela se manifeste em nossa vida.

Aqui reside praticamente metade do segredo do sucesso na vida espiritual.

Exigir a bênção que, segundo a Palavra, já é nossa, é simplesmente concordar com o Senhor e não deixar o diabo ficar com aquilo que nos pertence.

Ao exigirmos o cumprimento de tudo o que legalmente nos pertence, estamos agindo estritamente dentro da vontade do Senhor, expressa nas Escrituras.

Certamente não podemos exigir que Deus faça algo por nós.

Mas exigir a bênção não é dar ordens ao Senhor.

É obedecer-Lhe.

É começar a assumir a posição de filho de Deus.”

 

 

“O cristão não precisa ficar orando, suplicando ao Senhor que o cure ou lhe dê sucesso, prosperidade ou vitória sobre as tentações.

Tudo o que tem a fazer é exigir que o mal saia da sua vida, determinando assim a bênção.

Quando digo que não precisamos pedir a cura, etc., eu não estou me colocando contra as orações. Na verdade, creio sinceramente que, quanto mais orarmos, melhor viveremos.

Mas, orar pedindo a cura é desnecessário, pois ela já nos foi concedida.

Visto como o seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou por sua glória e virtude. (2Pe 1.3)

Como alguém pode pedir ao Senhor que lhe conceda algo, se o próprio Deus afirma na Sua Palavra que tudo o que nos diz respeito à vida já nos foi dado?

Orar pedindo que Deus o cure é tão desnecessário e ilógico como é para qualquer filho, na hora da refeição, em casa, assentado à mesa, ficar pedindo ao pai um pouco do alimento que ali foi colocado para todos se servirem.

É a mesma coisa.

O Senhor declara nas palavras de Pedro que tudo o que nos diz respeito à vida nos foi dado — já foi.”

 

 

“Quando você ora pedindo ao Senhor que o cure, é como se você estivesse dizendo que não crê que Ele estava falando a verdade quando fez esta declaração na Sua Palavra.”

 

 

“O salmista Davi disse que esperou pacientemente no Senhor. Ele viveu antes do Calvário. Até então, ninguém havia nascido de novo.

Davi era servo do Senhor e não filho. Como servo, Ele não possuía os direitos que nós, os filhos, possuímos.

Hoje tudo é passado. Não temos que esperar até Deus ouvir o nosso clamor. Ele já ouviu e já veio nos acudir.

Jesus era Deus que se manifestou em carne para destruir as obras do diabo.

Ninguém precisa esperar pacientemente no Senhor. Ao contrário, devemos agir com ousadia na Sua presença, que é uma forma de agradecer-Lhe pelo que fez por nós.  

No qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele. (Ef 3.12)”

 

 

“Alguém uma vez me disse: “Mas, Deus não colocou os médicos no mundo?”

Esta pessoa estava querendo justificar a sua incredulidade.

Eu respondi: “É verdade. Ele é tão bom que pensou nos crentes incrédulos”.”

 

 

“Você pode passar anos orando, pedindo, jejuando e esperando em Deus, e nada lhe acontecerá.

Você tem que falar ao monte, ao problema, à doença, à miséria, à dor que saiam da sua vida.

Não é o Senhor que vai Se dirigir ao seu problema e exigir que ele saia de você.

É você quem tem que fazer isto.

Deus já fez a parte dEle em relação a nossa libertação total dos problemas.

Agora temos que fazer a nossa parte.

Aqui está o que remove montanhas – a nossa palavra.

Conforme já afirmei, a fé não remove montanhas.

Eu mesmo tenho que confessar que preguei tantas vezes que a fé removia as montanhas.

Houve uma época em que publiquei um folheto afirmando isto.

É que eu havia aprendido a falar assim, tinha ouvido os maiores pregadores do mundo assim se expressarem.

E, desta forma, tenho que pedir publicamente perdão por esta inverdade que ensinava, pois a fé nunca removeu um só grão de areia.

O que remove as montanhas é a nossa palavra.”

 

 

“Depois de ter fé em Deus — e só nEle -, devemos nos dirigir ao problema e, com voz de autoridade, ordenar que saia de nossa vida.

Ato contínuo, não podemos permitir que o nosso coração duvide. Em seguida, precisamos crer que todas as nossas declarações serão realizadas.

Por quem?

Certamente será pelo poder de Deus.

A nossa posição como filhos de Deus é altamente privilegiada. Somos nós que fazemos a diferença.

A bênção tão ansiada não depende do Senhor e, sim, de nós.

É diferente, não é?

Antigamente pensávamos que Deus nos curaria se tivéssemos isto que, para muitos, é um mistério — fé.

Às vezes, alguém insinuava que Deus não nos atendia porque talvez tivéssemos pecados não confessados, ou porque talvez não fosse sua vontade nos curar, prosperar, e por aí afora.

O que realmente acontecia era o desconhecimento total de como as coisas espirituais funcionam.

Pode parecer até mesmo inacreditável, mas este é o estado em que vive a maioria dos crentes. Vivem derrotados, doentes, alguns passando necessidades, embora sirvam a Deus com todo o coração.

Como já afirmei, não será por pedir, jejuar, ou receber oração de alguma pessoa consagrada que você receberá a bênção.

É através do entendimento.”

Dois tipos de Justiça: A Mais Importante Mensagem Já Oferecida à Igreja – E. W. Kenyon

Editora: Rhema Brasil
ISBN: 978-85-6621-717-9
Opinião: ★☆☆☆☆
Páginas: 140
Sinopse: Como o próprio autor destaca, “a suprema necessidade da Igreja é saber o que ela é em Cristo e como o Pai a vê”. Aprenda o que é ser a justiça de Deus e desfrute da liberdade que só o conhecimento da Palavra pode lhe dar.



“O homem tem estado com medo de Deus. Ele tem medo dele mesmo. Ele está procurando sempre encontrar alguém que possa orar a oração da fé por ele. Ele não tem senso do seu direito legal de ficar na presença do Pai sem condenação.
O complexo de inferioridade que é criado da consciência do pecado é encarado em todos os lugares na Igreja.”


“Esta coisa que a Justiça dá ao homem é a paternidade de todas as religiões humanas. As maiores religiões imorais do paganismo, e as refinadas religiões filosóficas culturais dos dias modernos, são todas, filhas do desejo do homem por coisas que a Justiça dá a ele.
A Justiça restaura ao homem tudo o que ele perdeu na queda, mais um novo relacionamento como um filho com todos os seus privilégios.”


“Do tempo da queda de Adão até a crucificação de Jesus, Deus tratou do pecado com sangue de carneiros e bodes. Levítico 17.11, “Porque a vida da carne está no sangue, eu vo-lo tenho dado sobre o altar para fazer expiação pela vossa alma”.
A palavra “EXPIAÇÃO” significa “COBRIR”. Ela nunca é usada em conexão com o sangue de Cristo porque o sangue de Cristo não cobre – ele purifica.
Não precisamos ser cobertos.
Sob a lei o pecado não era guardado. Não era purificado. Só era coberto pelo sangue de cabras e bois.
Agora pela fé podemos ter Jesus Cristo como nosso Salvador e Senhor. Quando fazemos isso nos tornamos Justiça de Deus Nele.”


“Não há limites para a sua vida de oração. Você tem dentro de você agora todos os elementos que são necessários para fazer de você tudo aquilo que o Pai sonhou que você seria em Cristo.
Ouse orar, ouse usar o Nome de Jesus, ouse tomar (pegar) seu lugar. Seja sem medo como o Mestre era em Seu tratamento com satanás e com a doença porque você tem Seu nome, você tem Sua capacidade, Ele é agora Sua sabedoria e a força da sua vida.
O segredo da vitória é agir sem medo, confessar confiantemente que satanás teme você.
Você é um homem justo.”


“Muitos ministros que estão classificados entre os ortodoxos, continuadamente pregam o pecado ao invés da Justiça e mantêm suas congregações sob condenação mais do que os conduzem para a liberdade onde a fé pode funcionar.”


“Quando O conhecemos como alguém que ama, o terno Pai que anseia nossa comunhão e anseia viver conosco, toda a figura é mudada. (...)
Nunca temos pensado sobre nós mesmos como filhos e filhas de Deus.
Muitos dos hinos escritos neste assunto nos falam que somos adotados na família de Deus.
Sabemos que um filho adotivo não é um filho real e nunca pode ser.”


“Você já percebeu o que significa vir confiadamente ao trono da graça?
Você já percebeu o que significa para nós sermos capazes de ficar na presença do Pai hoje como Jesus ficou no Seu andar na Terra?
Você sabia que temos tanto direito de sermos livres da consciência do pecado como Jesus foi durante Seu caminhar terreno?
Se podemos ficar na presença do Pai sem o senso de inferioridade ou de pecado, somos dominadores de toda força e poder do inferno.
Satanás está derrotado.
Quando sabemos que somos Sua Justiça e sabemos disso como Jesus sabia quem Ele era, não teremos medo do mal, não temeremos qualquer doença, não temeremos a falta de dinheiro. Sabemos que somos absolutos dominadores de todo poder do inimigo.
E saberemos que Filipenses 4.19 é nosso.
“E o meu Deus suprirá cada uma de vossas necessidades de acordo com as Suas riquezas em glória em Cristo Jesus.”
Não haverá preocupações com as nossas finanças. Nós simplesmente chamaríamos Sua atenção às nossas necessidades e elas seriam supridas. (...)
Jesus tinha “toda autoridade” dada a Ele depois que Ele ressuscitou dos mortos.
Ele não precisava daquela autoridade para Ele mesmo. Aquela autoridade pertence ao Seu corpo, a Igreja.
Então temos o direito de exercer esta autoridade fazendo a obra que Ele começou a fazer e deixou para continuarmos.”

Para que Você não Seja Derrotado – Silas Malafaia

Editora: Central Gospel
ISBN: 978-85-7689-104-8
Opinião: ★★☆☆☆
Páginas: 64 

“Mesmo tendo errado e sofrido as consequências de suas escolhas e atitudes, é possível ao cristão arrepender-se, buscar a face de Deus e ser restaurado, passando a privilegiar as quatro bases de uma vida espiritual sadia: a obediência a Deus e à Sua Palavra, a santidade, a fidelidade e a comunhão com o Senhor.
Mostramos que, quando entendemos que o Senhor nos ama incondicionalmente e faz sempre o melhor para nós, obedecer-lhe deixa de ser o "cumprimento de um dever" e passa a ser um prazer; que, quando nos propomos a buscar a santificação, somos levados cada vez mais para longe do pecado e tornamo-nos semelhantes a Cristo; que temos de ser fiéis sempre e ter íntima comunhão com Aquele que nos transportou para o Reino do Filho do seu amor (Colossenses 1.13).”


“São essas paixões que iludem muitas pessoas e levam-nas à frustração, à dor e à tragédia, fazendo-as não distinguir entre paixão e amor e a pôr fim a uniões estáveis e a casamentos duradouros.
Enquanto o amor é um sentimento profundo, que traz paz, harmonia e estabilidade a quem o nutre, não levando a pessoa a buscar seus próprios interesses à custa do outro nem a fazer mal a ninguém (1 Coríntios 13.10), a paixão apesar de ser algo muito forte e intenso, é passageira e traz desassossego a quem a abriga e faz com que os sentimentos desta pessoa sobreponham-se à sua lucidez e razão.
A paixão cega e pode transformar-se em ódio, levando à destruição tanto o relacionamento como os apaixonados, pois, por paixão, uma pessoa é capaz de matar a outra. (...)
O cristão precisa vigiar, orar e fugir de toda tentação, daquilo que é maior do que ele. Não adianta pensar que é forte, que vai resistir, se Deus afirmou que nossa carne é fraca. Ninguém melhor do que Ele para nos conhecer; afinal, é o nosso Criador.
Quando a Palavra de Deus nos manda fugir de algo, é porque isso é mais forte do que nós. A paixão é algo visceral, violento, que faz com que os sentimentos e a vontade se sobrepujem à razão. A pessoa perde a noção de certo e errado e quer, a todo custo satisfazer seu desejo, que lhe parece maior do que tudo. Ela acha, por exemplo, que é preferível morrer do que viver sem a pessoa amada. Não suporta nem a ideia de perdê-la. Isso normalmente a leva a fazer besteiras e a tomar atitudes precipitadas que podem acarretar consequências trágicas e até levá-la à morte prematura.
Por isso, mais uma vez digo: cuidado com a sua natureza! Fuja dos desejos carnais! Faça como José, filho de Jacó. Quando a mulher de Potifar quis seduzi-lo, ele saiu correndo, afastou-se (Gênesis 39.7-12). Se ficasse, com certeza não conseguiria resistir aos seus próprios desejos. Mas José não quis pecar contra seu patrão nem contra Deus.
Quando se trata de nossa natureza carnal ninguém deve brincar, pois não há cristão nem pastor cheio do Espírito Santo que permaneça de pé se continuamente alimentar sua natureza carnal. Homens de Deus, gigantes, que brincaram com essa verdade terminaram fracassados. Eles alimentaram pequenas brincadeiras que aparentemente eram inofensivas, pensando que poderiam resistir e sair daquela situação na hora em que achassem conveniente. Mas acabaram destruídos.”


“Infelizmente, o retrato dos homens de nossos dias assemelha-se muito aquele pintado por Paulo em 2 Timóteo 3.2-5. Os homens que são amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela.
A marca desse homem egoísta, egocêntrico e ingrato é o desafeto e a infidelidade. É por isso que não encontramos mais acordos feitos apenas por palavras, como antigamente. Hoje, tudo tem de estar documentado e registrado em contrato, assinado por ambas as partes. Só assim as promessas acordadas têm mais probabilidade de serem cumpridas ou, pelo menos, haverá uma indenização para a parte lesada, caso elas não sejam cumpridas na íntegra.
Normalmente a infidelidade é logo associada ao adultério. Mas não se restringe a isso, porque a infidelidade se caracteriza pela quebra de quaisquer promessas e princípios éticos e morais, bem como da confiança que uma pessoa deposita em outra com a qual é aliançada (um familiar, cônjuge, amigo ou sócio).
A infidelidade é uma forma cruel de traição, porque normalmente vem de quem não se esperava isso, trazendo terríveis consequências que afetam o ser humano na sua área psíquica, emocional, espiritual e até física.
O traído normalmente cria barreiras que prejudicam sua maneira de relacionar-se com os demais, pela desconfiança que se instaura a partir de então. Quem trai também é afetado; quer reconheça isto, quer não. Sua infidelidade vira uma mancha que prejudica sua autoimagem, traz-lhe sentimentos de culpa, depreciação, vergonha e frustração. Mesmo que o ato de infidelidade não seja exposto em público, fica gravado automaticamente na memória e, como todo pecado, faz a pessoa adoecer e morrer espiritualmente.
Deus não criou o homem para ser infiel. Logo, qualquer forma de infidelidade nos relacionamentos humanos causa um desequilíbrio em todos os aspectos.”

Jesus, aquele que cura – E. W. Kenyon

Editora: Rhema Faith
ISBN: 978-85-6333-508-1
Opinião: ★☆☆☆☆
Páginas: 120
Sinopse: Embora o autor deste livro, Dr. E. W. Kenyon, tenha sido chamado de volta ao lar celestial para estar com o Senhor em 1948, a obra que começou, tem contribuído e abençoado incontáveis milhares de pessoas ao redor de todo o mundo. Este livro tem desafiado e despertado cristãos os inspirando a dar passos de fé para receberem a cura que Cristo conquistou. O Dr. Kenyon tinha um raro dom de apresentar as profundas verdades da Palavra de forma simples e facilmente compreensível. Seus livros inspirados foram precursores do ensino que predomina hoje em dia de uma vida mais profunda, de forma que todo cristão deve ter seus livros como parte de sua biblioteca pessoal.



“Jesus foi feito doente com as nossas doenças. Ele se tornou pecado com o nosso pecado. Este foi o método de Deus lidar com o problema do pecado. Ele o resolveu. Não há mais nenhum problema de pecado, pois Cristo o aniquilou e satisfez as reivindicações da justiça para o homem. O problema real é o “problema do pecador”.
Não há nenhum problema de doença. Há simplesmente o problema do crente chegar a saber qual é sua herança em Cristo. (...)
O pecado e a enfermidade vieram da mesma origem. Satanás é o autor de ambos. Estou certo que é ordenação de Deus que o crente deva ficar tanto livre da doença como do pecado. Ele deve ficar tão livre do medo da doença como está da condenação do pecado.”


“A doença é obra de Satanás.”


“Nossa confissão nos aprisiona ou nos liberta. Uma forte confissão acoplada a uma ação correspondente na Palavra traz Deus para a cena.
Manter com firmeza a confissão de uma pessoa, quando os sentidos a contradizem, mostra que essa pessoa está estabelecida na Palavra. Uma confissão inspirada por Satanás é sempre perigosa. Lembre-se de que foi ele quem trouxe essa doença e a colocou sobre você.
Quando você reconhece a doença é como assinar o recibo de um pacote que o correio expresso deixou para você. Daí, Satanás terá o recibo de sua doença. Você a terá aceito.
O valor da confissão “Verdadeiramente, Ele tomou sobre Si nossas enfermidades e nossas dores levou sobre Si”, este é o recibo de Deus para a nossa perfeita cura. Uma confissão positiva domina sobre as circunstâncias, enquanto que uma confissão vacilante permite que elas governem você.
Sua confissão é o que Deus diz sobre sua doença. Uma confissão negativa tornará a doença mais forte. Assim, suas palavras o curam ou o mantêm doente.”


“Toda doença, enfermidade, dor, aflição e pecado é resultado do ódio de Satanás pela raça humana.”


“Praticamente toda a fé que os homens tinham em Jesus antes de Sua morte e ressurreição era a fé do conhecimento pelos sentidos.
Eles criam nas coisas que viam e ouviam. Eles não podiam crer na ressurreição, pois Eles nunca tinham visto uma. Eles tinham visto Lázaro ressurgido dentre os mortos. Ele foi simplesmente levantado dentre os mortos, trazido novamente à vida. Ele não tinha sido ressuscitado, pois chegou a morrer de novo.”


“A doença, hoje, é algo espiritual. Descobri que quando posso provar, através da Palavra, que nossas doenças foram colocadas sobre Jesus e o homem enfermo aceita esse fato, ele é curado instantaneamente.
Enquanto pensarmos que a doença é puramente física, não obteremos nossa libertação. Mas quando sabemos que ela é espiritual, e que precisa ser curada pela Palavra de Deus, pois você lembra que Ele disse: “Enviou a Sua Palavra e os sarou”, então a cura se torna uma realidade.”


“Não devemos nunca falar sobre nossas doenças. Quando contamos sobre nossas dificuldades para as pessoas é sempre para conquistar sua simpatia.
Essa dificuldade, porém, veio do adversário. Quando contamos nossas dificuldades, estamos dando testemunho da capacidade que Satanás tem de conduzir-nos até elas.
Quando falamos sobre nossas doenças, estamos glorificando ao adversário que teve a capacidade de colocar doença sobre nós.
Quando confessamos nossa falta de força ou de poder, confessamos que Satanás de tal maneira nos cegou que não podemos gozar de nossos direitos e privilégios.”


“Se uma dor chegar, você dirá: “No Nome de Jesus Cristo, deixe o meu corpo”. E a dor precisará ir. Você é senhor sobre seu próprio corpo. Você o governa.”


“Não havia nenhuma morte no projeto original da criação. Sabemos que no final desta era, a morte será tragada pela imortalidade, de acordo com 1 Coríntios 15:26: “O último inimigo que há de ser aniquilado é a morte”.
Haverá uma eternidade sem morte. Por que não pode haver um presente sem doenças? Creio que é a vontade do Pai que a Igreja seja tão livre da enfermidade como ela é do pecado.
A morte é uma inimiga. A fraqueza e a doença são inimigas. A morte não é só inimiga do homem, mas é também de Deus.”


“O crente não é um bajulador que fica suplicando, implorando favores. Ele é um filho de Deus, um herdeiro de Deus, um príncipe de Deus.
Ele se situa na presença do Pai, imperturbável, sem temor, tornado justo com a própria justiça de Deus, liberto com a própria liberdade de Deus.”


“Crer é agir sobre a Palavra de Deus. Não há nenhuma fé sem ação.”


JESUS E SEU NOME SÃO UM
Esse Nome e Jesus são um, assim como seu nome é um com você. Você não tem de fazer força para se apossar desta liberdade. Tudo o que tem de fazer é desfrutar dela e andar à luz da Palavra.
Faça destes fatos a sua confissão. Você deve contar ao mundo que pelas Suas pisaduras você foi curado, que a doença perdeu o seu domínio, que ela não pode mais dominar você.
Se falarmos palavras de fé em vez de palavras de dúvida, estaremos falando na linguagem de Deus. Palavras de dúvida provêm de outra fonte. Você não pode falar em doença e enfermidade e andar em saúde.
Você não pode falar às pessoas sobre sua doença e sobre suas dores e gemer acerca de suas aflições para obter a simpatia delas, sem perder sua comunhão com Ele. Quando falamos sobre nossas aflições para as pessoas, perdemos nossa fé e a doce comunhão que temos com o Pai.
Contamos às pessoas sobre nossos problemas para ganhar sua simpatia. Contudo, deveríamos lançar nossa ansiedade e aflições sobre Ele, pois Ele se importa conosco.
Quando falamos sobre nossa fraqueza, fracassos e doenças, glorificamos o diabo que nos mandou essas coisas. Glorificamos os médicos e advogados levando nossos problemas até eles. Eles são pagos para ouvir sobre os problemas das pessoas. Este é o segredo do sucesso deles, serem bons ouvintes quanto aos problemas.
Contar nossos problemas causados por Satanás é uma confissão de que ele é o senhor e de que ele conseguiu a supremacia.
Isso faz os problemas ficarem maiores; torna a doença pior; faz-nos sentir pior. A real confissão em nossas vidas deveria ser a da habilidade de Deus, de Sua fidelidade, e de que nossos sofrimentos estão sendo levados por Jesus, da mesma forma como levou nossas doenças e pecados.
Apegue-se à sua confissão do que Deus é para você e do que você é em Cristo.
Desista de sua confissão da supremacia de Satanás. Você sabe que doença vem do adversário, que a falta de poder vem do adversário. Todos nossos infortúnios são causados por demônios.
Se você está usando palavras inspiradas por demônios, não espere ter a mais doce comunhão com o céu. E a Palavra da fé que falamos. Nossos lábios estão cheios da Palavra da fé. Nossos corações estão cantando a canção da fé.”