A conversão de São Paulo

A conversão de São Paulo
A conversão de São Paulo

domingo, 31 de julho de 2011

As crônicas de Nárnia: A viagem do Peregrino da Alvorada

Editora: Martins Fontes
ISBN: 978-85-7827-069-8
Opinião: ***
Páginas: 118

     “Tratava Edmundo e Lúcia por majestades, porque estes, como Pedro e Susana, haviam sido, muito tempo atrás, reis e rainhas em Nárnia. O tempo em Nárnia não corre como em nosso mundo. Mesmo que passemos cem anos em Nárnia, voltamos ao nosso mundo exatamente no mesmo dia e na mesma hora em que partimos. Mas, se quisermos voltar a Nárnia depois de termos passado uma semana aqui, podem já ter se passado mil anos em Nárnia, ou um dia só, ou até não ter passado tempo algum. Só quando se chega lá é que se sabe quanto tempo se passou. Assim, quando os Pevensie haviam estado em Nárnia pela última vez, na segunda visita, era para os habitantes de Nárnia como se o rei Artur tivesse voltado à Grã-Bretanha, como se diz que há de voltar. E eu digo que o quanto antes melhor!”


     “– Quer vir também? – indagou Caspian a Eustáquio, que tinha subido ao convés com a mão enfaixada.
     – Qualquer coisa é melhor que a droga deste navio!
     – Droga? Que quer dizer com isso? – perguntou Drinian.
     – Num país civilizado, como aquele de onde vim, os navios são tão grandes que, quando se entra neles, nem se chega a perceber que andou no mar.
     – Nesse caso podiam ficar sempre em terra.”

Nenhum comentário: