quarta-feira, 16 de março de 2011

Hi, dad! – Uma história sobre Frank S. Land e a Ordem Demolay – Herbert Ewing Duncan

Editora: Supremo Conselho Internacional da Ordem Demolay
ISBN: 0-913504-69-6
Opinião: ★☆☆☆☆
Páginas: 226

“O tio Land diria num discurso a um grupo nacional de jovens consultores: ‘– Procure o rapaz quieto para liderar. Eu vi muitos crescerem na habilidade de inspirar e liderar os outros. O garoto que é muito agressivo, que tende a forçar seu caminho, geralmente se queima antes de atingir o topo. Observe o jovem quieto, sensível e consciente que se envergonha de assumir um posto de importância e então, quando o desafio aparecer – observe-o. Ele terá a habilidade de liderar. Ele se transformará num homem de sucesso. Vocês se orgulharão dele’.”


(Discurso anual do Potentado Imperial feito por Frank S. Land em 1º de julho de 1954)
 “A razão pela qual não é cedo o suficiente na vida para avaliar eventos, é que estamos muito ocupados tentando acompanhar a corrida pelas coisas materiais. Assim fazendo, perdemos as coisas maiores de vista... as reais coisas da vida.
Tornamo-nos egoístas. Tornamo-nos presunçosos e condescendentes. Nada importa a não ser o sucesso pessoal... a glória pessoal.
E assim... o germe da apatia cava seu caminho em nosso ser, e mesmo em pequenas doses... a apatia invariavelmente gera a destruição. Aquele único aviso foi o mais pertinente de todos vindos dos lábios de Sir Winston Churchill durante a Segunda Guerra Mundial. Sir Winston precaveu os aliados de que a apatia era de longe muito pior do que todos os Hitlers!
A apatia nada mais é do que a tendência a “deixar George fazer”. É preguiça no enésimo grau. É fugir a responsabilidade. É a aceitação do assim chamado inevitável.
A grande ameaça hoje à Maçonaria hoje é a apatia. E não deixe que ninguém o engane. A Maçonaria pode ser destruída... Pode ser varrida da face da terra... e tudo por nada mais inocente e mais venenoso do que o cavalo de Tróia chamado apatia!”


“– No pensamento de Frank S. Land a Ordem Demolay não era um reformatório para meninos que necessitassem de instrução; não era uma escola de adestramento para garotos-problema, para levá-los de volta ao caminho dos altos ideais, e sim uma seleção de jovens que têm altos ideais ou um alto potencial para serem líderes em suas comunidades. Jamais teve o sentido de ser um reformatório.” 


“As virtudes que eram verdadeiras quando os homens cavalgavam sobre a terra com armaduras e montados em cavalos são as mesmas de hoje quando um jovem revestido de armadura orbita sobre a terra.”

2 comentários:

Jorge Filho disse...

Mas qualquer pessoa pode ler esse livro? Ou somente demolays?

Doney Stinguel disse...

O livro é vendido normalmente.