sábado, 3 de fevereiro de 2018

Os Insondáveis Propósitos de Deus – Silas Malafaia

Editora: Central Gospel
ISBN: 978-85-7689-123-9
Opinião: ★★☆☆☆
Páginas: 59
“Deus não tem princípio nem fim. Você já parou para pensar isso? É impossível entender todas as implicações desta característica divina e dimensionar a grandeza do Criador dos céus e da terra, cuja mente eterna não envelhece, não se esquece de nada. Mas ter noção dessa realidade é fundamental para você perceber que os planos que Deus tem a seu respeito são os melhores e que vale a pena obedecer ao Senhor, cujos pensamentos a seu respeito são de paz, e não de mal, para lhe dar o fim que você espera.”
“Não ande por aí, de casa em casa, de igreja em igreja, em busca de “revelamentos”, “visagens” e “profetadas”; senão, poderá acabar ouvindo a voz do homem ou do diabo, tomando o caminho errado e atrasando o cumprimento do propósito do Senhor para sua vida.”

Como ser abençoado? – Silas Malafaia

Editora: Central Gospel

ISBN: 978-85-7689-144-4

Opinião: ★★☆☆☆

Páginas: 58

Sinopse: Uma das buscas de todos os cristãos é ser abençoado. Porém o que se percebe é que o entendimento sobre Bênção é muito vago e diferente para cada indivíduo.

Muitas vezes o indivíduo já é abençoado porém não percebe. Ser um cristão, por si só, já é uma bênção de Deus, tendo em vista a salvação e todas as bênçãos inerentes. A despeito de terem consciência disso, muitos seguidores de Cristo ainda se perguntam sobre como alcançar as bênçãos divinas e ter a vida abundante que o Senhor lhes prometeu; como, em meio às lutas e adversidades, devem posicionar-se, a fim de que as promessas reveladas nas Escrituras se cumpram na vida deles; que princípios fundamentais precisam observar para, de fato, tornarem-se cristãos melhores e mais prósperos.



“Particularmente, não sou contra a manifestação dos dons espirituais em nosso meio. Creio em Deus e nos dons. Sei como o Senhor pode falar ao homem por meio de sonhos, revelações, profecias, usar Seus servos para alertar, consolar e animar outros. Mas também sei que a maior revelação de Deus é Sua Palavra e que Ele a usa comumente para falar ao Seu povo, alicerçá-lo e dirigi-lo. Logo, o que condeno é a hipervalorização dos dons, que leva certos cristãos a preferi-los em detrimento da Palavra, especialmente quando os “revelamentos” e as “profetadas” opõem-se aos ensinamentos bíblicos.

Essa supervalorização tem levado o povo de Deus a dois outros problemas: a arrogância e a autossuficiência. Assim, em vez de os dons e talentos serem vistos como um sinal da presença do Senhor na vida dos cristãos, operando no meio deles e por intermédio deles, e levando-os a uma reverência maior em relação a Deus e à dependência dele, tem levado alguns a pensar que estão em um nível, um patamar, acima do normal, porque cantam bem, tem uma boa retórica, argumentação, conhecimento intelectual da Palavra, falam em línguas estranhas ou já foram usados para trazer alguma revelação importante a alguém ou à Igreja como um todo.

É assim que uns, envaidecidos, chegam a pensar que podem agir independentes da ação do Espírito, que são autossuficientes, que sabem tudo, ou que Deus precisa muito deles, para Sua obra andar. Alguns imaginam: “Se eu não dirigir esse coral, se eu não liderar esse departamento, se eu não coordenar esses diáconos, coitadinho desse pastor ou da igreja”.

Eu tenho visto muitos pregadores excelentes, com ministérios gigantescos, caírem por causa da soberba. Ela realmente precede a queda (Provérbios 16.18). Precisamos ter muito cuidado com o orgulho, a presunção!”

 

 

“Se quer ser um cristão mais próspero, obedeça ao Senhor e aos princípios que Ele estabeleceu para a prosperidade de Seu povo. Não sonegue o dízimo nem as ofertas.”

 

 

“Outra forma de fazer o bem é ajudar a suprir as necessidades de nosso próximo.

Em Provérbios 19.17 (NTLH), é dito:

Ser bondoso com os pobres é emprestar ao Senhor, e ele nos devolve o bem que fazemos.

No Salmo 41.1-3, há promessas maravilhosas para o que se compadece dos aflitos e os socorre na adversidade:

Bem-aventurado é aquele que atende ao pobre; o Senhor o livrará no dia do mal. O Senhor o livrará e o conservará em vida; será abençoado na terra, e tu não o entregarás à vontade de seus inimigos. O Senhor o sustentará no leito da enfermidade; tu renovas a sua cama na doença.

E, em Provérbios 11.24,25, 28 (NVI), há revelações tremendas acerca da generosidade:

Há quem dê generosamente, e vê aumentar suas riquezas; outros retêm o que deveriam dar, e caem na pobreza. O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá. Quem confia em suas riquezas certamente cairá, mas os justos florescerão como a folhagem verdejante.

É impressionante! Tem gente que pensa que vai ter mais se retiver além do necessário; e, para guardar o que têm, faz qualquer coisa. Mas a Palavra de Deus nos ensina que quem retém mais do que é devido é para seu próprio mal, para sua própria perdição.

Sabe por que os egoístas e avaros caem em condenação, e os justos florescem como a folhagem verdejante? Porque os primeiros confiam nas riquezas perecíveis desta terra, que lhes dão uma falsa sensação de segurança, enquanto os justos confiam no Senhor como Provedor deles, e abrem a mão para compartilhar o que têm e abençoar outros que estejam necessitando. Deus se agrada disso, e põe mais riquezas nas mãos daqueles que são liberais e refletem Seu caráter misericordioso e generoso.

Em Lucas 6.38, Jesus deu uma instrução importante:

Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos darão; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo.

Isso vale para nós em qualquer circunstância e diz respeito a ajudar os outros, tanto concedendo-lhes um prato de comida, provendo-lhes uma cesta básica, pagando uma conta atrasada, dando um bom conselho, um ombro amigo, como ofertando para uma igreja ou um ministério anunciar as boas-novas de salvação a quem está perecendo sem Jesus.

É necessário apregoar o evangelho a toda a criatura, pois essa Palavra pode penetrar no coração do homem, desnudá-lo, sará-lo, libertá-lo e transformar sua mentalidade, de modo que sua vida seja mudada para melhor. E essa mudança num um indivíduo se refletirá em sua família, em seu grupo social e em toda a sociedade, como uma onda de benignidade que se espalha no oceano das relações sociais.

Aliás, é impossível dissociar vida cristã de princípios fundamentais como a obediência, o amor, a liberalidade e a generosidade. Aqueles que amam o dinheiro e as riquezas não conseguem amar Deus, socorrer o necessitado, ofertar para a obra evangelística. Quem ama o dinheiro não é liberal nem generoso.

Como observou o apóstolo Paulo, o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores (1 Timóteo 6.12).

Note que Paulo não disse que o dinheiro é mau, mas que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, porque esse apego excessivo ao dinheiro leva a pessoa a idolatrar os bens materiais, a amar as riquezas e a usar as pessoas, em vez de amar as pessoas e usar o dinheiro.

Você tem amado o dinheiro ou as pessoas? Que fruto tem produzido para Deus? O que você tem oferecido para Ele? Como tem contribuído para a divulgação do evangelho e para o engrandecimento do Seu Reino?

O cristão não é conhecido pelos dons, mas pelo fruto. O cristão não é conhecido pela quantidade de línguas estranhas que fala ou pelo número de profecias que entrega. É pelo fruto que produz.

O dom é algo de Deus para o homem. Todo dom perfeito vem do alto. Deus dá a quem quer, ou seja, é uma questão relativa à soberania do Criador. Já o fruto é algo que o Espírito Santo produz com a vontade, a participação do homem.

Eu e você precisamos ser passivos ao Espírito de Deus para que o amor, a alegria, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão e o domínio próprio sejam produzidos em nós e o caráter de Deus seja revelado às pessoas com quem convivemos.

Você deseja servir a Deus e cumprir bem a missão que Ele lhe designou? Ajude a suprir as necessidades de seu próximo. Invista em pessoas. Quem investe em pessoas está investindo no Reino de Deus, pois não foi para salvar bancos, instituições nem prédios que Jesus derramou Seu sangue na cruz. Foi por pessoas pecadoras que necessitavam ser resgatadas da sua vã maneira de viver, pois estavam longe do Criador, perdidas, miseravelmente enfermas pelo pecado; como disse Paulo, estavam mortas em seus delitos e pecados. E o Senhor conta conosco na tarefa de evangelizá-las e cuidar delas, para que cresçam na graça e no conhecimento de Deus, tornem-se abençoadas e abençoadoras.”

 

 

“(...) Então, pude entender por que o diabo estimula o egoísmo no coração das pessoas: para que elas não invistam no Reino de Deus, a obra de evangelismo enfrente dificuldades, o testemunho cristão fique comprometido pela falta de compaixão e para que os cristãos não sejam abençoados por Deus com a prosperidade financeira, e não possam contribuir com a Igreja.

Não deixe de dar o seu dízimo regularmente no local onde congrega. Não pare de socorrer o aflito no dia mau nem de enviar ofertas para os ministérios com os quais coopera, pois, quando você contribuiu com suas ações, orações e ofertas para ajudar na obra de Deus, recebe bênçãos espirituais, emocionais e materiais.”

Identification: a Romance in Redemption – E. W. Kenyon

Editora: Kenyon’s Gospel Publishing Society
ISBN: 978-15-7770-013-5
Opinião: ★☆☆☆☆
Páginas: 70
Sinopse: A small book written by Kenyon explaining the redemption received by those who identify with Jesus, his suffering, crucifixion and resurrection. He did it for us because of love. Understanding these precepts would deepen a person’s understanding and relationship.

“In the great drama of our Redemption, as soon as Christ was nailed to the Cross, with His crown of thorns, and with the howling mob that surrounded Him, Justice began to do its awful work behind the scenes.
Sense-Knowledge men and women who surrounded the Cross could only see the physical man, Jesus hanging there.
God could see His spirit.
Angels could see His spirit.
Demons could see the real man, hidden in that body. Then came the dreadful hour when 2 Corinthians 5:21 was fulfilled.
”Him who knew no sin He made to be sin on our behalf; that we might become the Righteousness of God in Him”.
Isaiah 53:5-6 “He was wounded for our transgressions, He was bruised for our iniquities; the chastisement of our peace was upon Him and with His stripes we are healed. All we like sheep have gone astray; we have turned everyone to his own way; and Jehovah hath laid on Him the iniquity of us all.”
On that awful Cross, He not only became sin, but He became a curse, for in Galatians 3:13 tell us, “Christ redeemed us from the curse of the law, having become a curse for us; for it is written, Cursed is everyone that hanged on a tree.”(The word “us” there refers to the Jews).
He came as a Jew under the First Covenant to redeem all those who were under that Covenant from the curse of the Law.
When He was hanging on the Cross, He was not only sin, but He was a curse.
Is it any wonder that God turned His back upon Him?
Is it any wonder He cried in His agony, “My God, my God, why hast thou forsaken me?”
He had taken the sinner’s place in judgement.
All the forces of darkness had overwhelmed Him. He was our sin Substitute. Sin was not reckoned to Him. Sin was not set to His account. He became sin.
Our senses reel under the staggering thought of it. We cannot grasp it.
Only our spirits can fathom the depths of His agony.
You can hear Paul cry (Philippians 3:10) “That I may know Him and the power of His resurrection, and the fellowship of His sufferings, becoming conformed unto His death.”
Paul’s prayer amazes one. He wanted to share in the death-agonies of Christ. He wanted to fellowship in His sufferings.
But Paul could not do that. No one could do it.
No angel could do it.
It was God’s own work that must be wrought. When He surrendered His Son to death, He unveiled a love that beggars description.”


“Jesus died twice on the Cross.
I knew this for many years, but I had no scriptural evidence of it.
One day I discovered Isaiah 53:9, the answer to my long search.
“And they made His grave with the wicked, and with a rich man in His deaths”.”
The word death is plural in the Hebrew.
Many of you who have Bibles with marginal renderings will notice it.”


“You know what John 15:5 means “I am the vine, you are the branches, he that abideth in me and I in him, the same beareth much fruit, for apart from me ye can do nothing.” You enjoy the consciousness of the life of the vine abiding in you. You are the fruit-bearing part of Christ. You have been grafted into Him by the new birth. That graft has given you a new nature. You bear the Jesus kind of fruit, which is love fruit, faith fruit. The world is benefitted by it, Christians are lifted everywhere you go into a new consciousness of their rights and privileges in Christ.
You know what John 15:7 means: “If ye abide in me and my words in you, ask whatsoever you will and it shall be done unto you.” You know you abide in Him; you bear the fruitage of His in-dwelling Word.
His Word on your lips produces real results. The Father’s Word on Jesus’ lips healed the sick. His Word on your lips does the same. You know what it means to have legal rights and whatever you demand He gives you. The Word “demand” is used in its truest sense.
In John 16:23-24 Jesus said, “In that day ye shall ask me nothing. Verily, verily I say unto you, if ye ask anything of the Father, He will give it to you in my name.” The Word “ask” means “demand.” It is not used in the sense that you command Him to give, but in the sense that you go into the bank and demand payment on your check. In the same sense Your faith takes its rights, its portion.”

Por Que o Justo Sofre e o Ímpio Prospera? – Silas Malafaia

Editora: Central Gospel
ISBN: 978-85-7689-004-1
Opinião: ★☆☆☆☆
Páginas: 60 

“Para que os adolescentes adquiram base para a sua fé em Deus e aprendam a interpretar o mundo não apenas com o raciocínio lógico e materialista que os pais precisam ensinar-lhes a Bíblia e orar com eles. Porém, não é isto o que temos visto. Muitos pais cristãos não têm se preocupado em educar os seus filhos nos caminhos do Senhor.
Por isso os adolescentes crescem sem o menor preparo espiritual, não conseguindo olhar para si mesmos, para os seus defeitos; não param sequer por um momento para fazer uma introspecção, nem deixam Deus dirigir a vida deles. Há muitos cristãos que se preocupam em analisar a vida dos outros, mas dificilmente querem corrigir as suas atitudes incorretas diante de Deus.
Porém, o salmista não agiu como um adolescente, que muitas vezes desobedece aos seus pais e quer levar uma vida independente. O salmista conhecia os seus limites, as suas fraquezas, mas perguntou a si mesmo: “Por que estas pessoas prosperam? Por que eu, que sou justo, estou enfrentando tanta tribulação e o ímpio tem uma vida tranquila?”
O salmista avaliou a situação dos ímpios e fez uma análise introspectiva de si mesmo, de sua comunhão com Deus. Isso o deixou perturbado. Por quê? Porque ele não pôde encontrar resposta com base em seu intelecto.
Talvez em meio a uma adversidade você tenha feito esta oração: “Deus, eu sou justo, sou fiel, dou o dízimo todo mês, e tu não olhas para a minha situação. Não consigo entender por que existem ímpios que prosperam enquanto eu e minha família passamos por tantas tribulações!”.
O salmista tentou, por meio dos processos mentais, do seu intelecto, descobrir o porquê de sua dificuldade. Ele tentou usar o poder da razão. Às vezes o poder da razão nos ajuda a entender as nossas adversidades. Porém, na maioria das vezes, esse poder não nos dá uma resposta satisfatória porque o que acontece conosco está numa esfera espiritual.”


“As obras da carne exercem total domínio sobre a pessoa distanciada de Deus e espiritualmente morta, levando-a à destruição.”


“A imprensa tem noticiado diariamente atos de violência e desrespeito aos direitos humanos. Podemos citar, por exemplo, os assassinatos monstruosos, roubos, assaltos, traições etc.
Um instituto de pesquisa constatou que entre os anos de 1999 e 2000 cerca de 65% das mulheres foram violentadas. A escalada da violência, a inflação fora de controle, a desigualdade social, o desemprego, tudo tem contribuído para dificultar a realização dos sonhos acalentados pela classe menos favorecida.
Além disso, as dificuldades econômicas, as crises sociais e familiares, também levantam obstáculos na vida dos jovens. Muitos deles, por não terem oportunidade de emprego, nem conseguirem estabilidade financeira, acabam entrando para a marginalidade, fazendo uso de drogas, ou ingressando no mundo do crime. Toda esta situação caótica é causada pela inveja, cobiça e ambição de homens que praticam a impiedade.”