A conversão de São Paulo

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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Dragão Vermelho – Thomas Harris

Editora: Record
ISBN: 978-85-0102-276-9
Tradução: J. A. Nogueira Gil
Opinião: ***
Páginas: 348 


     “Alguns vizinhos passaram de carro, olhando furtivamente para a casa antes de desviarem o olhar. Uma casa onde se cometeu um assassinato é sempre um assunto penoso para os vizinhos, como se se tratasse do rosto de alguém que os tivesse traído. Só os forasteiros e as crianças eram capazes de olhá-la de frente.”


      “Havia dois pôsteres na parede, um de cada lado do fogão. Num deles estava escrito: ‘Os beijos são efêmeros, mas os bons petiscos são eternos’ e no outro: ‘É sempre na cozinha que os nossos amigos se reencontram porque é aí que ouvem o coração da casa bater’.”


      “Conhece os gatos. Escondem-se para morrer. Os cães voltam para junto dos donos.”


      “O medo surge com a imaginação, é uma penalização, é o preço da imaginação.”


      “‘Os cegos ouvem melhor do que as outras pessoas’. Era uma convicção muito divulgada. Talvez ela devesse ter explicado que isso não era verdade, que os cegos simplesmente prestam mais atenção àquilo que ouvem.”


      “O (serial killer) Dragão Vermelho é uma recordação de uma noite.” 

2 comentários:

Sugestão de Livros disse...

Foram poucos os trechos selecionados, mas foram muito bons. Destaco: “O medo surge com a imaginação, é uma penalização, é o preço da imaginação.” e "os cegos simplesmente prestam mais atenção àquilo que ouvem.”

Mauro Luiz disse...

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